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10 de dezembro de 2009

MONOGRAFIA MARKETING PESSOAL ( MINHA MONOGRAFIA )


1.1 Tema

O Marketing Pessoal como Ferramenta para o sucesso de Administradores

1.2. Delimitação do tema



Marketing Pessoal como Ferramenta para o Sucesso dos Administradores, da empresa FIPECq vida localizada SCN QD 04 BL B SL 404 Centro Empresarial VARIG. Brasília- DF, no segundo semestre de 2009.


1.3. Contextualização


O Marketing teve o surgimento nos Estados Unidos por volta dos anos 1950, aqui no Brasil o assunto ainda e atual, com isso muitas pessoas estão atentas sobre o tema, procurando atualizar seus conhecimentos sobre esta ferramenta profissional sem se descuidar dos detalhes que ela proporciona.
Os profissionais de RH descrever que estas pessoas estão utilizando o marketing pessoal, com isso podem concluir que, não é pecado, é considerado um fator altamente positivo para carreira profissional.
Cuidar da imagem é uma das ferramentas do marketing pessoal, pode ser a garantia de sucesso profissional e também ter, mas oportunidades no mercado, pois a imagem interferi no ambiente do trabalho, tem ferramentas que podem ser usadas para ter um diferencial competitivo que são elas, a inteligente, simpática, ética e cooperação.
Outro ponto importante é que o profissional seja disciplinado, ter seriedade, respeito aos outros e auto-estima. Existem muitas pessoas que formam opinião na primeira impressão. Por isso é sempre bom trabalhar o seu visual, para não parecer muito extravagante e se deslocado dos demais.
Marketing Pessoal é uma ferramenta de continuação mutua para que haja conquistas, que possa gera a imagem positiva que o profissional tem no mercado de trabalho. Para ter sucesso o primeiro passo e saber antes de tudo saber se comunicar.
Um bom profissional é aquele que sabe vender sua própria imagem, demonstrando ser pro ativo eficiente e eficaz, com isso transmitem credibilidade e confiança, saber comunicar-se e ter bons argumentos, estilo e presença marcante faz o profissional se destacar dos demais.
A aparência, o modo de se vestir, a postura, a boa dicção, elegância e a confiança e a principal forma que o profissional vai expressa, é que formar opiniões sobre sua atitude perante o mundo. O Marketing Pessoal vem trazendo varias conquistas nas diversas áreas de atuação humana, contribuindo para o crescimento pessoal e profissional no mercado de trabalho.
O ponto forte para o Marketing é criar uma marca forte que vai ao encontro das necessidades de todos os consumidores e com isso possam aspirar uma vida longa. Se isso acontece com o produto o mesmo acontecer com os profissionais que usa esta ferramenta.
Existem pessoas que falam que não consegue reconhecimento no emprego. Muitos especialistas dizem que a falta de reconhecimento esta ligada a falta do uso do marketing pessoal.
Com isso pode significar que estas pessoas podem não esta sabendo ter um bom planejamento de marketing pessoal. Saber o marketing pessoal  não é só alto promoção se trata de algo a mais que diferencia um profissional do outro.
Quando se fala em marketing pessoal, muitas pessoas pensam: em autopromoção, ser o melhor, ser o diferente o destaque. Na realidade, não e só isso este segmento do marketing vai demonstrar algo mas abrangente junto com suas Ferramentas.
Segundo os autores de Balback e Slater (2000), mostra o que é o marketing pessoal e como e aplicado no seu dia.
“O marketing pessoal é uma extensão do marketing em si. E a consolidação de um pacote de marketing e o auto posicionamento, vão torná-lo capaz de promover eficientemente o marketing pessoal”.


1.4. Definição do Problema

O marketing pessoal, e uma ferramenta para alcançar o sucesso com isso não se deve descuidar dos detalhes. Pode-se observar que em vários locais de trabalho há pessoas que se destacam, alcançam mais rápido promoções e cargos importantes.
Muitos administradores hoje no mercado de trabalho não estão usando esta ferramenta, com traz muitas conseqüências para sua carreira profissional, não consegue se tornar uma referência e destaque no seu trabalho.
O uso do marketing Pessoal está colaborando para o destaque dos Administradores nas Empresas?

1.5 Objetivos

1.5.1. Objetivo Geral

Esta Monografia tem como objetivo verificar a importância do uso do marketing pessoal pelos Administradores, como ferramenta para o destaque profissional da sua área de atuação.

1.5.2. Objetivo Específico

a) identificar as dificuldades dos Administradores para serem destaques nas suas áreas;
b) analisar o perfil dos Administradores;
c) identificar os pontos positivos e negativos que possam dificultar os profissionais a desenvolver este marketing pessoal.

1.6.           Hipótese

Considerando que até o momento atual não houve nenhum relato de pesquisa, referente ao segmento de marketing pessoal em relação aos Administradores.
O estudo terá contribuições potenciais em nível teórico, servirá de base para o estudo dos interessados na área, bem como referência didática para o meio acadêmico, tendo como finalidade Identificar as dificuldades dos Administradores para serem destaques nas suas áreas;
Com esta monografia futuramente, empresários, consultores e pesquisadores, ou a própria empresa em questão, servirá como base para utilização desta ferramenta voltada para melhoria do perfil profissional de administração.

1.7. Justificativa

O tema desta monografia foi escolhido por considerar que o Marketing Pessoal é a principal ferramenta para destaque profissional da área empresarial, e atualmente a, mas usada com isso se se tornou uma ferramenta estratégica para conduzir vários profissionais para o sucesso.
Na dose correta de forma planejada, é possível criar uma imagem positiva e também coerente, isto e necessário para que uma pessoa se transforme em uma referência no seu trabalho e um exemplo  a ser seguido.
O Marketing Pessoal é uma ferramenta atual que estar em evidência, algumas pessoas destaca-se das demais ganhando fama e atingindo o topo do sucesso, enquanto outras continuam no mesmo lugar sem nenhuma posição de destaque fazendo seu trabalho normalmente sem ter expectativa de futuro.
O Marketing Pessoal traz conquistas pessoais e profissionais saber usar esta ferramenta está diretamente ligado à atitude do indivíduo. Não basta acomodasse e fazer apenas o serviço que for pedido tem que ter atitudes pro ativas ; projetando se a sua imagem e seu futuro.
Alguns autores defendem suas idéias sobre marketing pessoal, por exemplo:

Las Casas (1997, p.26) conceituam o Marketing como sendo.

(...) a área do conhecimento que engloba todas as atividades concernentes às relações de troca, orientadas para a satisfação dos desejos e necessidades dos consumidores, visando alcançar determinados objetivos de empresa ou indivíduos e considerando sempre o meio ambiente de atuação e o impacto que essas relações causam no bem-estar da sociedade.



Já Oliveira Neto (1999, p.23) o define da seguinte forma.

O processo encetado por um indivíduo, envolvendo a concepção, planejamento e execução, de ações que contribuiriam para: a formação profissional e pessoal do indivíduo (produto), a atribuição de um valor justo e compatível com o posicionamento de mercado que se queira adquirir (preço), a execução de ações promocionais de valorização pessoal (promoção), que o colocariam no lugar certo na hora certa (distribuição) (OLIVEIRA NETO, 1999, p.23).

O Marketing Pessoal é um das ferramentas do Marketing e surgiu como uma meio para alcançar o sucesso profissional, pois ela engloba os cuidados com a imagem, boas aparências e outros atributos. 

Para Kotler (2000, p.36) Marketing Pessoal é

(...) uma nova disciplina que utiliza os conceitos e instrumentos do marketing em benefício da carreira e das vivências pessoais dos indivíduos, valorizando o ser humano em todos os seus atributos, características e complexa estrutura.
















2. REVISÃO DE LITERATURA

2.1 Marketing

Para saber o que venha ser marketing pessoal, e preciso saber antes o que o que e marketing. O marketing surgiu nos Estados Unidos 1950 surgiu como uma necessidade de mercado para fazer a diferenciação dos produtos e para satisfazer seus clientes externos e internos (SCOTT-JOB 1994)

Segundo Cobra (1997, p. 34),

“Marketing é o processo de planejamento e execução desde a concepção, apreçamento, promoção e distribuição de idéias, mercadorias e serviços para criar trocas que satisfaçam os objetivos individuais e organizacionais”. Cobra (1997, p. 34),

Para Kotler (1998, p. 27) “marketing é um processo social e gerencial pelo qual indivíduos e grupos obtêm o que necessitam e desejam através da criação, oferta e troca de produtos de valor com outros”.
Segundo Kotler (1998, p. 37), marketing é “a chave para atingir as metas organizacionais consiste em ser mais eficaz do que os concorrentes, satisfazendo, assim, as necessidades e desejos dos mercados-alvos”.  
Armstrong e Kotler (1999, p. 11) mostram a diferença entre marketing e vendas, ambos têm funções diferentes, apesar de estarem interligados:

“O conceito de vendas tem uma perspectiva de dentro para fora. Começa com a fábrica, concentra-se nos produtos da empresa e enfatiza a venda e a promoção para obter vendas lucrativas. É centrado na conquista do cliente – fazer vendas de curto prazo sem se preocupar com quem compra e por que compra. Ao contrário, o conceito de marketing tem uma perspectiva de fora para dentro. Começa com um mercado, bem-definido, concentra-se nas necessidades do consumidor, coordena todas as atividades de marketing que afetam o consumidor e obtêm o lucro criando a satisfação do consumidor. Sob o conceito de marketing, as empresas produzem o que os consumidores desejam, satisfazendo-os e obtendo lucro”. Armstrong e Kotler (1999, p. 11)

De acordo com Kotler (2000, p. 08)

“Marketing é um processo social e administrativo por intermédio do quais os indivíduos e os grupos obtêm o que necessitam e o que desejam, através da criação de troca de produtos e valor com outras pessoas”.
Ainda segundo Churchill (2000,p.5),

“o marketing deve ser usado para desenvolver trocas, que podem ou não visar lucros. Para o autor, as trocas que visam lucros são as metas de negócios que buscam gerar receitas acima dos custos”.

O marketing em uma visão geral engloba muitas atividades além do que conhecemos e imaginamos. Assim, partindo de um pressuposto mais amplo e atual, Pride e Ferrell (2000, p. 3) definem marketing como o “processo de criar, distribuir, promover e apreçar bens, serviços e idéias para facilitar relações de troca satisfatória com clientes em um ambiente dinâmico”. 
Sandhusen (2000, p. 8) conceitua marketing como um “processo de planejar a concepção, o preço, a promoção e a distribuição de bens e serviços para criar trocas que satisfaçam os objetivos individuais e organizacionais”.

Philip Kotler (2000, p.57) define:

Marketing é a função empresarial que identifica necessidades e desejos insatisfeitos, define e mede sua magnitude e seu potencial de rentabilidade, especifica que mercados-alvo serão mais bem atendidos pela empresa, decide sobre produtos, serviços e programas adequados para servir a esses mercados selecionados e convoca a toda na organização para pensar no cliente e atender ao cliente. Philip Kotler (2000, p.57)

Alexandre Luzzi Las Casas (2001, p.26) ensina: 

Marketing é a área do conhecimento que engloba todas as atividades concernentes às relações de troca, orientadas para a satisfação dos desejos e necessidades dos consumidores, visando alcançar determinados objetivos de empresas ou indivíduos e considerando sempre o meio ambiente de atuação e o impacto que essas relações causam no bem-estar da sociedade. Las Casas (2001, p.26)

Um dos Principais Fundamentos teóricos sobre marketing é a teoria da escolha de cada individual, cuja principal coisa é o bem-estar da sociedade é o interesse individual de cada um, (COBRA 1997).
Freire e Souza (2001, p.3) enumeram os quatro princípios que compões esta teoria:
1)   As pessoas buscam experiências que valham à pena;
2)   A escolha individual determina o que vale a pena;
3)   Por meio da troca livre e competitiva, os objetivos individuais serão realizados;
4)   As pessoas são responsáveis pelas suas ações e escolhem o que é melhor para elas (princípio da soberania do consumidor). 

Analisando os conceitos pode-se afirmar que o objetivo do marketing é conhecer e compreender o cliente muito bem, de modo que o produto, serviço (ou pessoa marketing pessoal) se ajuste e se venda por si próprio. (FREIRE E SOUZA, 2001)
Portanto, se tudo for feito de forma coerente com os ensinamentos de marketing, o sucesso de venda é, apenas, a conseqüência mais lógica e o destino mais previsível. Entanto sabemos que marketing é o processo de planejar e executar a concepção de estabelecimento de preços promoção e distribuição de idéias, bens e serviços com intuito de criar trocas que satisfaçam metas individuais e organizacionais.  (FREIRE E SOUZA, 2001)
Também consideram atividade sistemática de uma organização humana voltada para busca de realização com o meio profissional visando sucesso a ambas as partes da organização. (FREIRE E SOUZA 2001)

Las Casas (2006, p. 10) dizem que:

Marketing é a área de conhecimento que engloba todas as atividades concernentes às relações de troca, orientadas para a satisfação dos desejos e necessidades dos consumidores, visando alcançar determinados objetivos de empresas ou indivíduos e considerando sempre o ambiente de atuação e o impacto que essas relações causam no bem-estar da sociedade.

As empresas devem sempre manter uma relação de troca com seus clientes, pois com isso ela garante a sua fidelização, aumentando conseqüentemente seu lucro.  (LAS CASAS, 2006)
Muitas vezes, as pessoas confundir o marketing com propaganda esta visão e mas forte por que muitos ver o marketing como uma ferramenta importante para a área de vendas, pelo fato do marketing lidar com produtos e serviços, enfim, o marketing é muitas vezes interpretado de maneira errada.  (LAS CASAS, 2006)


2.2 MIX de Marketing 4 PS

2. 2.1 Conceito

Segundo Kotler (1998, p. 31) “mix de marketing é definido como o grupo de variáveis controláveis de marketing que a empresa utiliza para produzir a resposta que deseja no mercado alvo”. O mix de marketing consiste em todas as ações da empresa para divulgação de um produto As várias possibilidades podem ser reunidas em quatro grupos de variáveis conhecidas como os quatro ”quatro PS”: Produto, preço, praça e promoção. 
2. 2.2 Produto

Existem vários conceitos sobre produto feitos por diversos autores, mas que sempre falam a mesma coisa. Dentre eles, podemos destacar: "Produto significa a oferta de uma empresa que satisfaz a uma necessidade" (McCARTHY E PERREAULT Jr, 1997, p. 148).
Segundo Kotler (1998, p. 31) “produto é a combinação de bens e serviços que a empresa oferece ao mercado alvo, para satisfazer uma necessidade ou desejo”. O produto compõe o núcleo da estratégia de marketing. Isso significa entender que, para satisfazer às necessidades dos consumidores, é preciso que os produtos ou serviços a ser ofertados tenham boa qualidade, que as características atendam aos gostos dos consumidores, com boas opções de modelos e estilos, com nome atrai a marca, acondicionados em embalagens sedutoras, em variados 39 tamanhos de produtos, com serviços e quantias ao usuário que proporcionem adequados retornos financeiros à organização.
Para Crema (2004, s/p) “Mais importante do que possuir bens físicos é obter os benefícios que eles proporcionam, portanto, podemos substituir o termo produto por solução, recurso ou oferta.”

2. 2.3 Preço

Para Kotler (1998, p. 31) “preço significa a soma de dinheiro que os clientes devem pagar para obter o produto”. É preciso que o preço divulgado pelas listas de preços a clientes e a consumidores seja justo e proporcione descontos estimulantes à compra dos produtos ou serviços ofertados, com subsídios adequados e períodos (prazos) de pagamentos e termos de crédito efetivamente atrativo.
Nickels e Wood (1999, p. 222) definem preço como sendo "[...] quantidade de dinheiro ou algo mais de valor que a empresa pede em troca de um produto".

De acordo com Pride e Ferrell (2000, p. 97):

Há dois pontos para se considerar em relação ao preço.  Primeiro, para a empresa, preço é a quantidade de dinheiro que está disposta a aceitar em troca de um produto.  Essa soma deve ser alta o suficiente para cobrir os custos e dar algum lucro, mas não tão alto para impedir a venda de um produto.  Pride e Ferrell (2000, p. 97):

2. 2.4 Praça

Para Las Casas (1997, p.25), [...]”é o caminho que as mercadorias – e a transferência de título – seguem desde o produto até o consumidor”.

Segundo Kotler (1998, p. 31) “praça envolve as atividades da empresa que tornam o produto disponível para os consumidores-alvos”. A distribuição precisa levar o produto certo ao lugar certo através dos canais de distribuição adequados.
Segundo Pride e Ferrell (2000 p. 97) “a distribuição é a atividade de marketing que representa o maior custo para muitos produtos”.  Entretanto, a boa distribuição é essencial porque pode fazer grande diferença em como os consumidores são bem atendidos. Assim, possui grande impacto sobre o valor percebido das trocas entre os consumidores e uma empresa específica. A distribuição refere-se a um ou a ambos os aspectos seguintes:

1. Canais de marketing.  Um sistema de organização pelo qual um produto, recursos, informações e/ou propriedade flui de produtores a consumidores.
2. Distribuição Física.  A movimentação de produtos ao local adequado, nas quantidades e no tempo corretos, de maneira eficiente em termos de custo. As estratégias de logística tratam de problemas de distribuição física, como transporte, estocagem, movimentação de materiais e dos sistemas e equipamentos necessários para essas funções. (PRIDE E FERRELL, 2000)

2. 2.5 Promoção

Segundo Kotler (1998, p. 31), “promoção significa as atividades que comunicam os atributos do produto e persuadem os consumidores-alvos a adquiri-lo”. No entanto é preciso utilizar criatividade e as ferramentas do mix de marketing.
A promoção do mix de marketing reúne todo o elemento coordenado, destinado a atingir os objetivos da empresa através da oferta do valor aos consumidores. O mix de marketing é  conjunto de planejamento tático para empresa criar um forte posicionamento nos mercados. Kotler (1998, p. 31)
“A promoção é a comunicação das informações entre quem vende algo e quem compra algo”. (NICKLES E WOOD, 1999, P. 320)

"O objetivo da comunicação integrada de marketing é manter um diálogo com os clientes e outros grupos de interesse, permitindo que a empresa responda de forma rápida à suas necessidades e desejos em constante mutação" (NICKLES E WOOD, 1999, P. 320)


Promoção de Vendas são atividades que fazem o cliente comprar, mas e estimulam o mercado e a economia e obter resultados positivos sobre as áreas dentro da empresa as quais lhe interessa. (LAMB, 2001)































2.3. Marketing Social

Segundo Cobra (1986),

O marketing social é conceituado como um intercâmbio de valores, não necessariamente físicos nem econômicos, mas que podem podem ser sociais, morais ou políticos, sendo utilizado para vender idéias ou propósitos que proporcionem bem-estar à comunidade”.


Mário Kempenich (1997, p13-14) acredita que esta seja a melhor visão do Marketing:

“Preciso conhecer o meu prospect. Antes dele, o meu suspect– aquele que eu acho que consome o meu produto, mas não tenho certeza. O meu prospect é aquele que consome o produto que eu fabrico, mas também consome o de outra empresa. Só quando ele consome um produto da minha empresa é que se transforma num cliente”. (Kempenich, 1997, p. 13-14)

As empresas precisam, hoje, compreender a ligação que existe entre as preferências do cliente e a possibilidade de atender as suas necessidades. É preciso traçar estratégias permanentes de acompanhamento das forças que regem o mercado e que têm influência direta nas empresas. (KEMPENICH 1997)
Assim sendo, Mário Kempenich define o Marketing como a habilidade de conhecer o ambiente externo, no dia-a-dia e trabalhar com essas forças exercidas sobre a empresa. A esta habilidade, podemos chamar de inteligência competitiva.

Para Philip Kotler define o marketing social Como:

“Marketing é um processo social e gerencial pelo qual indivíduos e grupos obtêm o que necessitam e seja através da criação, oferta e troca de produtos de valor com outros. Esta definição baseia-se nos seguintes conceitos centrais: necessidades, desejos e demandas; produtos (bens, serviços e idéias); valor, custo e satisfação; troca e transações; relacionamentos e redes; mercados; e empresas e consumidores potenciais”. (Kotler, 1998, p. 27)

Desta definição, podemos destacar a “troca” como principal conceito de Marketing, pois através dela, indivíduos, pequenos grupos, empresas, nações inteiras conseguem obter o que precisam. Abrindo mão de algo, podem adquirir outra coisa em seu lugar, motivada pelo maior valor do produto que se adquiriu em comparação àquele do qual se desistiu. (KOTLER 1998)
Portanto, é necessário compreender, planejar e controlar as trocas, através de pesquisa às necessidades da outra parte, projetando e comunicando eficazmente uma oferta valiosa, a fim de atender essas necessidades, dentro das circunstâncias adequadas. É o que podemos chamar de estar no lugar certo, no tempo certo e com o produto certo. (KOLTER 1998)

Tudo isso é resumido em outra definição de Marketing:

“O Marketing é a análise, e o planejamento, a implementação e o controle de programas cuidadosamente formulados e projetados para propiciar trocas voluntárias de valores com mercados-alvo, no propósito de atingir os objetivos organizacionais”. (Kotler, 1994, p. 20)

As empresas utilizam o Marketing Social como:

“[...] diretriz estratégica para orientar as suas ações, afim de buscar, além do lucro e da satisfação das necessidades dos indivíduos, o bem-estar da sociedade, uma vez que estão inseridas na comunidade onde se dá o contexto de seus negócios.” (Silva, 2009, s/p)



















2.4. Marketing Societal

Marketing de Caráter Societal:

“O conceito de Marketing Societal define a tarefa da organização como sendo determinar necessidades, desejos e interesses de participação de mercado e proporcionar a satisfação desejada mais efetiva e eficientemente do que a concorrência de forma a preservar ou aumentar o bem estar do consumidor e da sociedade.” Kotler (1988, p.44)

Para Kolter (2000,p.22) conceitua que

“O Marketing Societal refere-se à Responsabilidade da organização perante a sociedade, incluindo considerações sociais e éticas em suas práticas de Marketing, equilibrando objetivos freqüentemente conflitantes como o lucro dos acionistas, a satisfação dos consumidores e o interesse público. Desta forma, pode-se dizer que o Marketing Societal é um Marketing Socialmente Responsável” (Kotler, 2000,p.22).

Apesar dos inúmeros conceitos de marketing, várias discussões surgiram em torno da aplicação social de todos eles.Segundo Kolter (2000. p 18) define:

[...] a tarefa da organização é determinar as necessidades, os desejos e os interesses dos mercados- alvo e fornecer as satisfações desejadas mais eficaz e eficientemente que a concorrência de uma maneira que preserve ou melhore o bem estar dos consumidores da sociedade. Kolter (2000. p.18)

A prática do marketing societal, portanto, envolve toda a organização na busca efetiva da satisfação do mercado-alvo, embora colha os frutos dessa satisfação, com maior fidelidade e preferência por parte desse target, como destaca Churchill (2000: p. 40).

Para Urdan (2006, p.19)

Nesta filosofia, produto e pratica de marketing completam as necessidades dos clientes nos prazo a curto e longo. Também são considerados os interesses e impactos sobre as partes diretas e indiretas pelo consumidor URDAN (2006, P.19)













2.5  Marketing Pessoal

2.5.1 Caracterização

Para Penteado Filho (1990, p.155-56),

O marketing de sucesso começa pelo marketing pessoal, através dele o profissional deverá equacionar suas dificuldades particulares para buscar o caminho mais adequado para se organizar, e só então se dedicar ao planejamento estratégico. 

O conceito surgiu nos Estados Unidos na década de 50.  Marketing pessoal e  divulgação de uma imagem autêntica, única, com a qual você se sinta bem e que pareça coerente aos olhos do público. Ballback; Slatter, (1999, p.19)
No mercado competitivo em que vivemos construir uma boa imagem pessoal, profissional e social exige postura adequada. Se você não plantar, nada irá colher, portanto se existe um "plano de marketing" detalhado para um produto, não há motivo para não existir um "plano de marketing pessoal" mais detalhado ainda Ballback; Slatter, (1999, p.19)
Conceitualmente, de acordo com Peters (2000, p.72), o Marketing Pessoal “fortalece o crescimento pessoal e profissional da “marca” da pessoa”. Trata-se da capacidade individual de atrair e manter relacionamentos pessoais e profissionais entre a equipe, com clientes, com gerentes, diretores etc, de forma permanente para que através e por meio deles se realizem ciclos de atendimento de necessidades mútuas, gerando satisfação a todos.
Ainda segundo Peters (2000, p.75), é preciso ter consciência de que “você é um produto no mercado de trabalho – e deve acreditar nisso, se não quiser ficar encalhado na prateleira”, ou seja, sem se enxergar como um produto, dificilmente se conseguirá um emprego que satisfaça, onde consiga aplicar o que tem de melhor e no qual encontre uma fonte permanente de aprendizado.  Para o mundo de marketing se adaptar como um produto é questão apenas de percepção empresarial.
Ainda, a autora explica que é como numa empresa, a prática do marketing deve ser precedida de um diagnóstico, de uma auto-avaliação profunda, onde os valores são revisados, joga-se fora aquilo que não se precisa e fica-se só com o que vale a pena. (LIMEIRA 2004)
O Marketing Pessoal valoriza o ser humano em todos os seus atributos e características.  Inclusive em sua complexa estrutura física, intelectual e espiritual.  Visa possibilitar a utilização plena das capacidades e potencialidades humanas na área profissional e na da vida pessoal Limeira, (2004, p.9)
Pode ser descrito como o processo, encetado por um indivíduo ou uma organização, envolvendo a concepção, planejamento e execução de ações que contribuirão para: a formação profissional e pessoal de alguém, a atribuição de um valor, que não necessita ser exclusivamente monetário justo e compatível com o posicionamento de mercado que se queira adquirir, a execução de ações promocionais de valorização pessoal que o coloquem no lugar certo na hora certa, de tal maneira que as organizações ou pessoas para quem trabalhe ou exerça influência, e ele próprio, se sintam satisfeitos  (Lucia Bidart 2004 p.28)  
O que torna fácil esse processo é que a aptidão e dons que uma pessoa possua podem ser comparados a produtos e serviços sobre os quais podem se aplicar todas as técnicas e processos de marketing. Para uma boa explanação de um plano de marketing, o profissional deve ter um conjunto de conhecimento da sua atividade, do seu cliente, das suas necessidades e da realidade mercadológica, bem como conhecer os seus concorrentes e como eles atuam. (BIDART 2004)
Esta informação da concorrência tem como objetivo principal mudar o desempenho da empresa perante seus concorrentes, podendo ficando assim menos frágil a mudanças e ameaças futuras. (BIDART 2004)
O mesmo se dá quando o sujeito resolve aplicar o marketing para beneficio pessoal, ele precisa se conhecer e também o ambiente no qual está inserido para desenvolver uma melhor atuação no mercado cada vez mais competitivo. Deve primeiramente atender e superar as expectativas dos clientes, Desenvolvendo assim relações baseadas em confiança, ética, competência, honestidade e habilidade interpessoal. (BIDART 2004)
Ao aplicar o marketing pessoal, o profissional deve ter claro a área ou o segmento de atuação. É essencial que exista uma adequação do indivíduo com este segmento para que se possa ter maior poder de convicção sobre o público que quer atingir. (BIDART 2004)




2.5.2 Como Trabalhar o Marketing Pessoal

Segundo Scott-Job (1994, p. 23): “No marketing pessoal, podemos adaptar da seguinte maneira: o produto é o profissional, o preço é o salário, o ponto de venda é a área de atuação e a promoção é a comunicação”.
Trabalhar o marketing pessoal é entender como ela e aplicada e conhecer as suas melhores características, e algo que faz você se diferencia dos outros, as suas qualidades perante os seus colegas de trabalho e também das pessoas de sua convivência, e deixá-las mais em foco. Também faz entender quais são as suas oportunidades de melhorias para o profissional, para que você possa melhorá-las. (DAVIDSON, 1999 p.54-55)
Valorizar os atributos do ser humano é um dos pontos mais importantes dentro do Marketing pessoal, aproximando-o ainda mais dos conceitos do mix de Marketing, além de definir claramente os quatro PS da pessoa é necessário conhecer profundamente as necessidades e desejos do mercado com relação aos profissionais que procura, fortalecendo a cultura de busca por dados e estudos voltados ao que mais se adapta ao “produto” homem (DAVIDSON, 1999)
Você é soma de suas habilidade e apresentada para o mercado com produto chamando você, precisa coloca todas em pratica para que o seu produto (Você) seja compreendido, e atinja o seu público-alvo da melhor maneira possível (DAVIDSON, 1999 p.55)
A praça significa no marketing pessoal nada mais é do que as áreas que você pode esta atuando e dando resultados, local onde você possui competitividade maior e pode ser destaque. (UNBAN, 2006)
O preço é seu valor de mercado o quanto você vale para instituição, o valor pode ser uma questão difícil de lidar e analisado toda a sua história profissional, desde a formação, passando pela vivência profissional, depois pelo conhecimento adquirido, e pelas oportunidades que aproveitou. (UNBAN, 2006)
Com essas informações a pessoa poderá definir o quanto ela vale. Além de promover o “produto”, o Marketing pessoal pode ser descrito como um processo que envolve desde a concepção, planejamento e execução das ações que contribuem para uma formação profissional, agregar Valor (não necessariamente monetário), que seja justo e que seu Posicionamento seja ideal ao mercado que pretende atingir. (UNBAN, 2006)
2.5.3 Principais Técnicas de Marketing Pessoal

No marketing pessoal existem varias técnicas verbais e as não-verbais para se construir uma imagem positiva. Isto será observado naturalmente com os exemplos que vem a seguir (MCCAFFREY, 1983)

2. 5.3.1 Convívio Social Fora do Ambiente de Trabalho

Para pessoas que utilizam o marketing pessoal, mesmo o tempo livre é um meio de criar uma imagem pública, pois qualquer coisa que se faça publicamente afeta a sua imagem.  Segundo Mike Mc Caffrey, (1983, p.14) 

O modo que a pessoa utiliza seu tempo, participando de atividades civis, sociais e políticas cria uma imagem da pessoa como indivíduo. Estes eventos se tornam fontes de construção de imagem, uma boa oportunidade onde os outros podem conhecer mais seu desempenho. O envolvimento social e o ativismo trás qualidade de liderança que são percebidos pela comunidade que irá reconhecê-lo apto para assumir funções de maior responsabilidade. 

O mesmo autor explica que com eventos sociais você pode fazer uma rede de relacionamento onde pode ocorrer vários negócios futuros a servem fechado com isso aproximar as pessoas e também possa construção de uma atmosfera favorável para futuros negócios e não para negócios imediatos. (MCCAFFREY, 1983).

Para  Sady Bordin Filho (2002, p.93)

"Complementa incentivando aos profissionais a freqüentarem ambientes inusitados, não usuais como forma de descobrir novas maneiras de enxergar a vida, ter mais motivação e até mesmo fazer negócios”.

Mckenna (1994, p.125) escreve que “para criar posição no mercado se deve, primeiro, cimentar fortes relações”.

2. 5.3.2. Aparência dos Pertences.

A apresentação de um belo currículo, um impactante cartão de visita causa muito boa impressão.

 Nesse sentido, Mike Mc Caffrey, (1983, p. 18) afirma que

As ilustrações, títulos, uma brochura organizada e bem desenvolvida causa uma boa impressão, a aparência criativa faz com que pessoas reconheçam o seu alto grau de profissionalismo.

Sady Bordin Filho (2002, p.39) arremata explicando que ”O zelo e a organização perante os objetos dizem muito para os outros de como o profissional é.“
Nesse sentido, Souza (2004, p. 151-152) apresenta uma significativa contribuição sobre o relacionamento pessoal, ao afirmar que:

O importante é ter um networking de relacionamentos; o importante é se manter vivo, presente e admirado na cabeça e no coração das pessoas que nos conhecem; muito especialmente, as que admiram, testemunham e referenciam nossas virtudes e qualificações. Ter um currículo de realizações e experiências é importante, ter uma base escolar também é importante, mas ser conhecido e reconhecido por um grupo de profissionais, e preservar e desenvolver esse relacionamento é muito mais importante ainda; é decisivo, é vital.

Souza (2004, p.152) “Portanto, o ambiente profissional talvez seja o que apresenta maiores possibilidades e flexibilidades em estabelecer relações, seja na empresa ou fora dela, seja no país ou no exterior”.

2. 5.3.3. Aproveitamento do Primeiro Contato.

A receber um contato sempre troque cartões é de extrema importância. Apesar de não parecer que tem valor é um mecânico onde representa a permissão de estabelecer os primeiros contatos e de fechar futuros negócios.  Mike Mc Caffrey (1983, pág. 20) ressalta que ”[...] os cartões que recebe são mais importantes do que os que você dá. Pois te dá o direito de procurar a pessoa de interesse para uma reunião futura.”
Desta forma, para o profissional deve sempre aproveitar o primeiro contato e uma das técnicas de marketing pessoal mas importantes  (MCCAFFREY, 1983)
O seu princípio é básico e ter uma grade rede de relacionamento: “quanto mais pessoas conhecemos, quanto mais circulamos, maiores as chances das oportunidades aparecerem” (PETERS, 2000. p. 79).
Minarelli (2001) define que existir três níveis de relação com os quais convivemos: Grupo primário: é formado por pessoas da família ou amigos, mas próximos onde há envolvimento emocional. Grupo secundário: é o das relações mais formais sem muita intimas.  Grupo de referência: são as pessoas que interferi no comportamento, pois existem vários valores de referencia.

2. 5.3.4. Habilidade em Lidar com Outras Pessoas.

A capacidade de lidar com outras pessoas desenvolver bons relacionamentos esta e umas estratégias do marketing pessoal. O estudo aponta que pessoas tcom quem você vai se relacionar pode trazer bons frutos o seja você pode ser melhor visto (MCCAFFREY, 1983)
A melhor ferramenta e a humildade e a empatia, pois e importantes para o convívio como as pessoas. Tira duvidas e ajudar os subordinados isso demonstrar interesse para com seu próximo e pode ser crucial no processo de aceitação da pessoa (MCCAFFREY, 1983).
Sady Bordin Filho (2002, p. 34), sobre o assunto, alerta: “Quando a agenda estiver cheia e não der para pegar um trabalho, o profissional deve procurar ajudar seu interlocutor com saídas para resolução de problemas. Prestar assistência.”
Assim, nunca se deve desprezar um subordinado. Pelo contrário: o bom profissional deve sempre procurar mostrar a importância que ele tem BORDIN FILHO (2002).
Conforme Sidinéia Freitas (2004, p.2)

Não basta apenas estudar a personalidade do líder, mas também a situação ou circunstância em que se manifesta a liderança, pois se trata de um processo complexo que envolve líder, liderados e todo contexto social, político e econômico em que o processo se desenvolve”.

2. 5.3.5. Aparência física e postura.

Aparência no ambiente de trabalho e muito importante do mesmo jeito que nos atraímos pelas embalagens bonitas de certo produto, assim acontece com as pessoas se vemos um profissional bem vestido, ele nos diz muito pela maneira que se apresenta O primeiro contato é crucial para as impressões que ele vai ter com as pessoas.Diante desta certeza, para estabelecer uma relação de confiança e respeito, o assunto aparência física é mesmo relevante. (MACDAFFREY, 1983, p. 53)

(...) usar roupas mais conservadoras, boas e apropriadas para a função, ter uma aparência onde sugestiona limpeza, asseio e cuidado leva a uma boa primeira impressão. Usar objetos de valor, como boas canetas, gravatas, relógios e óculos também são um meio de transmitir certo poder e status para as pessoas e estas impressões sempre são impactantes. (MACDAFFREY, 1983, p. 53)

Tão importante quanto estar bem-vestido é manter uma postura correta e elegante. Sobre o assunto, Sady Bordin Filho, (2002, p.45) afirma:

Andar sempre com a coluna reta e elegante impõe respeito. Apoiar a cabeça na mão não é bom porque dá idéia de desleixo e desânimo, ser calmo nos gestos demonstra educação e elegância.. Assim como se torna abominável roer unhas e fumar em público. Um bom curso de dicção é recomendável pois mesmo não tendo dificuldades de fala, se pode aperfeiçoar a arte do falar bem e para o público. “A má dicção pode comprometer a credibilidade.” A combinação de uma postura elegante com uma dicção perfeita e um discurso forte é um bom meio pra impressionar.

Com isso podemos afirmar que é crucial cuidar da sua aparência e da sua postura como um profissional. Isto pode ser o meio de você fazer a diferença perante o meio em que está inserido. BORDIN FILHO (2002)
Segundo Rosa (2004) uma imagem negativa pode limitar as oportunidades da pessoa. “É preciso ter cuidado para com a imagem e buscar eliminar dela qualquer item que possa trazer impacto desfavorável”. 
De acordo com Santos (2002, p. 43), “Os profissionais que exploram a aparência de maneira correta, promovem uma valorização da imagem profissional e conseqüentemente ocorre um registro positivo do profissional”.

2. 5.3.6. Comportamento

O modo de agir também tem sua importância, principalmente no primeiro momento: olhos nos olhos, um firme aperto de mão, a maneira que você se senta, dentre outros por menores é maneiras não verbal de mandar sua mensagem sobre quem você é isso pode te diferenciar dos demais. ( MCCAFFREY,1983)
A maneira que você se senta diante do interlocutor diz há ele muito sobre você.  Mike Mc Caffrey (1983, p. 56), sobre o assunto, aconselha:

”Se você tiver condições de decidir ou organizar a posição de cada um em uma reunião, aproveite esta oportunidade para criar situações onde os interessados tenham uma boa visão e proximidade de você, assim suas chances de sucesso serão bem maiores.”

Todo tempo estamos transmitindo informações que nos descreve, como agimos, como queremos como gostamos de algo, mesmo não tendo consciência, e isso ocorre com as outras pessoas também Por isso a cada dia devemos aprender a desvendar essa alta descrição para empregarmos da forma mais clara possível. (MCCAFFREY, 1983)
Nosso corpo esta a todo o momento transmitindo informações não verbais nossas e a todo tempo passa informações preciosas. A linguagem corporal transmite informações e através delas podemos identificar o que a pessoa esta sentindo ou se ela esta nervosa, com medo. Ao cruzar os braços a pessoa cria uma defesa e sutilmente dando algo para ela segurar vai aos poucos rompendo a armadura (MCCAFFREY, 1983).
Ao participar de uma reunião deve prestar bastante atenção no que o interlocutor fala assim fica bem mais fácil de entender o que esta sendo solicitado e torna mais fácil a sugestão de melhoras.  (MCCAFFREY, 1983).

Segundo, Carlos Alberto Júlio (2002, p. 83) definir o que e comportamento:

“O comportamento organizacional é um campo de estudos que investiga o impacto que indivíduos, grupos e a estrutura têm sobre o comportamento dentro das organizações, com o propósito de utilizar esse conhecimento para promover a melhoria da eficácia organizacional.”

Para Vitor Martinez (2009, p/s)

“[...] o gestor precisa saber qual é o perfil comportamental adequado para o cargo. E isso pode ser obtido com importantes soluções tecnológicas bastante acessíveis para empresas de todos os portes, hoje em dia. Entre elas, estão diversas modalidades de relatórios, que se utilizam do PPA (Análise de Perfil Pessoal), que provê uma percepção ampla sobre o comportamento dos indivíduos no trabalho, respondendo a questões como: quais são seus pontos fortes e limitações? Eles têm iniciativa? Como se comunicam? O que normalmente os motiva?”

2. 5.3.7. Conduta ética

A conduta ética do profissional deve ser a mesma no âmbito do trabalho quanto no pessoal.
Para Mike McCaffrey, (1982, p.106):

O caráter, a conduta ética, e as atividades fora do trabalho são freqüentemente subconscientemente percebidos pelo interlocutor como um reflexo da competência e da capacidade que a pessoa tem de gerir negócios.”

Sady Bordin Filho (2002, p. 152) acrescenta:

Falar mal da vida alheia, falar mal do antigo trabalho – resultam numa má impressão do profissional. Então a regra é limitar-se a dar opinião de uma empresa ou pessoa somente quando for solicitado.  E deve ser neste caso, objetivo deixando de lado a emotividade e as desavenças pessoais.

Sady Bordin Filho, (2002, p.149) afirma ainda que ao sair do trabalho para ingressar em outro, o profissional não deve abandonar tarefas nem últimas obrigações, haja vista que, segundo ele, estes últimos dias são fundamentais pra que se reconheça o profissional e sua conduta ética.
Analisando todas as observações do marketing pessoal,é possível observar que o modo de se vestir, a maneira como transmite suas idéias seja pela linguagem verbal ou seja pela não verbal e sua conduta de vida seja no trabalho seja em casa são os grandes responsáveis pela formação de uma pessoa de sucesso ou de base para uma pessoa que o almeja. (BORDIN FILHO, 2002)

Segundo Santos (2002, p. 43)

”Conduta ética: o caráter e a conduta ética do profissional são tão importantes quanto suas habilidades e competências profissionais. A discrição, a honestidade e o equilíbrio emocional são qualidades muito valorizadas pelas instituições. Assim, a conduta e a ética são ações de marketing pessoal utilizadas para formar um profissional de sucesso”

2. 5.3.8. Projeção do próprio valor financeiro.

Produtos e serviços de qualidade não são e não devem ser baratos. Custa exatamente o que valem. E um profissional com vasta bagagem e que realiza um bom trabalho deve saber que precisa valer muito. (MCCAFFREY, 1983)
Assim, para Sady Bordin Filho (2002, p. 103): “A imagem pessoal é como uma grife no mercado, pessoas estarão dispostas a pagar se realmente acreditar que vale a pena investir.” 
De acordo com Ribamar (2008. s/p)

“Embora as palavras mencionadas pareçam ter sentido idêntico elas diferem e muito. Quando você faz algo de maneira eficiente, você faz a coisa certa, do mesmo modo quando você faz algo eficazmente, você o estará fazendo de forma certa com menor tempo e custo. Seja você mesmo. Valorize o seu potencial e lembre-se de valorizar-se cuidando do seu visual. Pois não basta apenas bom conteúdo, a embalagem deve ser cuidada. Não se detenha no lugar comum, numa situação confortável. Tenha sempre um desafio novo em sua vida e você terá uma grande ajuda do universo para conseguir o que deseja. Seja um profissional exemplar trabalhando com amor e dedicação sem esquecer-se de procurar o crescimento pessoal através de cursos, internet, livros, revistas, jornais etc”.

2. 5.3.9. Autopromoção

Todo profissional tem a necessidade de se destacar em tudo o que realiza, sendo assim se responsabilizando pelo seu desenvolvimento pessoal. O ser humano tem uma busca constante pela sua realização seja ela profissional ou pessoal é desejo de todos se sentir importante (BALLBACK, J e SLATER, J, 1999).
Assim, cada vez que se recebe uma promoção ou um poder um individuo sente o magnetismo decorrente de uma estratégia de marketing pessoal.. (BALLBACK, J e SLATER, J, 1999).
De acordo com Ballback e Slater (1999, p.25) “se você não se auto-promover, uma coisa terrível vai acontecer: nada”.
Toda e qualquer promoção deve ser observados com todo cuidado as competências e a capacidade de cada pessoas, conhecer seus limites pois o exagero pode interferir nas chances de ser reconhecido. (BALLBACK, J e SLATER, J, 1999).
A cada dia devemos “vender o próprio peixe”, Como se diz popularmente, sempre tendo um grande contato com pessoas para discuti-los e aperfeiçoar as estratégias já enumeradas, é de extrema importância acreditar em seu trabalho (BORDIN FILHO, 2002).
Consoante Sady Bordin Filho (2002, p. 67) condição fundamental para o profissional se consagrar no futuro é acreditar no seu talento, no seu potencial e nas suas qualidades.
 Complementa Sady Bordin Filho (2002, p.82):


Não se deve perder a chance de fazer o seu “comercial” assim como um produto precisa de propaganda o profissional também precisa, e pode fazer isto divulgando aspectos profissionais de si mesmo. Em qualquer lugar que se esteja, sempre se deve aproveitar a oportunidade de descrever com detalhes a atividade profissional que exerce.  Muitas pessoas talvez nunca precisem de fato daquele profissional, mas podem eventualmente conhecer outras que venham a precisar.

Faça sempre propaganda sobre sua marca, o seu nome, pois, desta forma, mais muitas pessoas saberão quem é você.  Nestas horas não se deve ser modesto  em vender  seu profissionalmente. (BORDIN FILHO, 2002)
Ao estar convicto das suas capacidades que possui não tenham medo vai em frente e jamais se deve vacilar, demonstre sempre confiança e segurança na hora de vender os próprios serviços são dicas pra quem quer destaque profissionalmente. (BORDIN FILHO, 2002)
Neste sentido, Sady Bordin Filho, (2002, p.74) esclarece “Todos querem estar convencidos que estão contratando o melhor. É dever do profissional então convence- Luiz que estão fazendo um ótimo negócio contratando-o.”.

2. 5.3.10. Aprimoramento educacional

O aprimoramento educacional vem com a leitura, ter contato com outros profissionais da área manter uma rede de relacionamento isto é vital para ter sucesso e para continuação de uma carreira bem sucedida como estes contatos podem trocar experiências e aprender mais. (MCCAFFREY, 1983)

Sobre o tema, Sady Bordin Filho, (2002, p. 68), alerta:

“Não se deve deixar de freqüentar os bancos de aprendizado, pois é um risco a desatualização completa. Um prejuízo a formação profissional e acadêmica e um risco a carreira de toda uma vida. A oferta de mão-de-obra qualificada não para de crescer.”

Segundo Santos (2002 p. 43-44)

“Aprimoramento educacional: disto depende o crescimento profissional e a sua sobrevivência no mercado de trabalho. Ë essencial freqüentar cursos lato-sensu e strictu-sensu, dominar outros idiomas e acompanhar inovações tecnológicas, para alcançar uma carreira bem sucedida.”


2. 5.3.11. Planejamento de Carreira 

Para a construção de uma carreira bem sucedida, basta ter em mente sempre um planejamento futuro, isto caracteriza o marketing pessoal. Devem ser definidos objetivos e metas para a carreira. O que se estará fazendo daqui cinco anos?  A definição deste futuro deve pensa no o dia-a-dia de uma pessoa, tanto no campo profissional como no pessoal. (BIDART, 2000)

Lucia Bidart (2000, p.88) explica a importância do planejamento da carreira:

“O conceito de estratégia é igualmente apropriado às carreiras. Se você não sabe o que pretende, a direção de seus passos não faz diferença. Um funcionário pode ser brilhante no desempenho de suas atividades, trabalharem muitas horas por dia, dominar idiomas, conhecer profundamente processos informatizados, mas ainda assim não se preocupar com o futuro profissional.  Isso muitas vezes ocorre porque o indivíduo está satisfeito com suas atribuições e com o salário.  Posso dizer que alguém com esta mentalidade correm o risco de estagnar-se ou de sofrer repentinamente os efeitos das radicais metamorfoses nos métodos produtivos.  De certa forma, pouquíssimas pessoas estão seguras em seus empregos nos dias de hoje.  Acredito, portanto, que traçar uma estratégia de carreira é meio de preservação de conquistas e estabelecimento de novos pilares para o desenvolvimento pessoal”.

Lucia Bidart (2000, p. 90) ensina:

“O controle de atualização de um plano é tão importante quanto sua confecção inicial. Caso você não se adapte á realidade, perderá a certeza de caminhar no rumo certo. Nesse caso, seguirá um mapa que o conduzirá à local incerto e, talvez, indesejado.”

Carlos Alberto Júlio (2002, p. 90, 91): demonstra que:

[...] O marketing pessoal permite a transposição desses conceitos para o modelo de estratégia pessoal. Os procedimentos podem ser repetidos. O ponto a seria onde me encontro como profissional. O diagnóstico do “conheça a ti mesmo”. Dessa forma, devo efetuar uma reflexão sobre minhas potencialidades no mercado. Identificar e tipificar meus concorrentes, clientes e possíveis empregadores. Preciso ainda definir a remuneração eu pretendo atingir e em que setor aspiro a trabalhar. Isso me auxiliará no ponto B, as minhas aspirações, que concentra a descrição dos meus objetivos. Começa-se a pesquisar sobre si mesmo e o mercado no qual atua e identificar honestamente suas competências e debilidades. Assim será possível expor suas virtudes e corrigir as falhas.

Segundo Carlos Alberto Júlio (2002, p. 92)

“faz uma relação direta entre o marketing empresarial e sua aplicação no marketing pessoal, para se construir um plano de carreira. O modelo PFOA (pontos fortes, fracos, oportunidades e ameaças) pode ser aplicado para o plano estratégico pessoal, da mesma forma que as empresas aplicam este modelo com sucesso como base para um planejamento estratégico.”

Assim, a definição do plano de carreira a seguir é de fundamental importância para o sucesso profissional. Devem ser definidos os objetivos a serem alcançados nos próximos dois anos ou para outro período dentro do plano escolhido. (JULIO 2002)
Apesar disto, em razão das constantes mudanças sofridas no mundo atualmente, com o surgimento, a todo o momento, de novas tecnologias, políticas, realidades econômicas e ambientais fazem-se necessária uma revisão periódica no projeto de ação de longo prazo. (JULIO 2002)

Sobre o assunto, Carlos Alberto Júlio (2002, p. 97) ensina

”[...] O controle de atualização de um plano é tão importante quanto sua confecção inicial. Caso você não se adapte á realidade, perderá a certeza de caminhar no rumo certo. Nesse caso, seguirá um mapa que o conduzirá a local incerto e, talvez, indesejado.”

Segundo Santos (2002 p,44)

“Planejamento de carreira: consiste em uma das principais características do marketing, fazendo-se necessário estabelecer metas e objetivos a curto, médio e longo prazo, que norteiem as atividades profissionais, a fim de garantir sucesso na carreira”.



 . METODOLOGIA

3.1. Método de Abordagem:

Segundo Bunge (apud MARCONI E LAKATOS, 2004, p. 51), a concepção atual de método científico específico das ciências sociais “é a teoria da investigação”, a qual se realiza em 9 etapas:
a) descobrimento do problema, se ele não estiver enunciado com clareza;
b) colocação precisa do problema a partir da obtenção de mais conhecimento;
c) procura de conhecimentos ou instrumentos relevantes ao problema para tentar resolvê-lo;
d) tentativa de solução com o auxílio dos meios identificados;
e) invenção de novas idéias ou produção de novos dados empíricos relativos à implantação da solução;
f) obtenção de uma solução aproximada ou exata, tida como hipótese;
g) investigação das conseqüências da possível solução, ou seja, prognóstico;
h) prova, validação ou comprovação da solução ou hipótese;
i) correção da hipótese, dando início a um novo ciclo de investigação.
Adotou-se o método investigação como base para o trabalho de conclusão do Curso de Administração na medida que confere ao esforço de melhoria contínua dos processos administrativos um caráter científico, requisitado pelas organizações modernas, conforme salienta Roesch (2006):

[...] a gestão contemporânea está valorizando muito a administração por fatos em qualquer área da administração, e por isso espera-se que os profissionais possuam habilidades analíticas de definição e solução de problemas, bem como a capacidade de levantar e interpretar informações. (ROESCH, 2006, p. 119)

3.2. Método de Procedimento ou Meio de Investigação

Segundo Marconi e Lakatos (2004, p. 91-95) “métodos de procedimento” equivalem a “técnicas que pelo uso abrangente se erigiram em métodos”, podendo ser aplicados às ciências sociais, individualmente ou em conjunto. Os autores os conceituam como “etapas mais concretas da investigação, com finalidade mais restrita em termos de explicação geral dos fenômenos e menos abstratos”. São 8 os possíveis métodos de procedimento:

a) Método Histórico (Boas) destinado a investigar “acontecimentos, processos e instituições do passado”;
b) Método Comparativo (TYLOR), que estuda “semelhanças e diferenças entre diversos tipos de grupos, sociedades ou povos”;
c) Método Monográfico (LE PLAY) também conhecido como Estudo de Caso (Marconi e Lakatos, 2004, p. 273) que consiste no estudo de um conjunto de atividades “de determinados indivíduos, profissões, condições, instituições, grupos ou comunidades”;
d) Método Estatístico (QUETELET) que reduz os fenômenos sociológicos a termos quantitativos e à manipulação estatística para descrevê-los, analisá-los, comprovar relações entre eles e obter generalizações;
e) Método Tipológico (WEBER), utilizado para gerais modelos sociais ideais construídos a partir da análise de aspectos essenciais de um determinado fenômeno em estudo;
f) Método Funcionalista (MALINOWSKI), que estuda pequenos grupos isolados do ponto de vista da função que cada parte exerce sobre as demais para providenciar a sobrevivência do mesmo;
g) Método Estruturalista (LÉVI STRAUSS) que investiga em profundidade fenômenos sociais concretos, delineia modelos representativos dos mesmos e depois os reaplica em outras situações; ,
h) Método Etnográfico (MARCONI e LAKATOS, 2004, p. 273) que visa descrever, explicar e interpretar a cultura de sociedades humanas primitivas.

Marconi e Lakatos (2004, p. 269) relacionam esses vários tipos de métodos de procedimento com duas metodologias de abordagem dos fatos: a quantitativa e a qualitativa, sendo que na primeira “[...] os pesquisadores valem-se de amostras amplas e de informações numéricas”, enquanto que no segundo “[...] as amostras são reduzidas, os dados são analisados em seu conteúdo psicossocial e os instrumentos de coleta não são estruturados.”.



O Método Quantitativo:

[...] caracteriza-se pelo emprego da quantificação tanto nas modalidades de coleta de informações quanto no tratamento delas por meio de técnicas estatísticas, desde a mais simples como percentual, média, desvio-padrão, às mais complexas como coeficiente de correlação, análise de regressão, etc. (RICHARDSON ET AL., 1999, p. 70 apud MARCONI E LAKATOS, 2004, 269)

 O Método Qualitativo é caracterizado:

[...] como a tentativa de uma compreensão detalhada dos significados e características situacionais apresentadas pelos entrevistados [...]. (RICHARDSON ET AL., 1999, p. 90 apud MARCONI E LAKATOS, 2004, 271) e aplicado em três situações:

a) aquelas que substituem uma simples informação estatística referente a épocas passadas;
b) as que são usadas pra captar dados psicológicos como atitudes, motivações, pressupostos, etc;
c) aquelas que são usadas como indicadores do funcionamento das estruturas e organizações complexas.. (LAZARFELD, apud MARCONI E LAKATOS, 2004, 271)

Concordando com Roesch (2006, p. 118) quando afirma que o estágio de prática profissional “é uma oportunidade para apreender e, quem sabe, modificar a realidade nas organizações; por isso colher e analisar dados sobre a empresa-alvo é a tarefa mais importante do estágio”, o presente Trabalho de Conclusão de Curso selecionou os métodos monográfico e estatístico como os mais adequados para a investigação dos fenômenos administrativos encontrados nas organizações de qualquer tipo.
Tal decisão baseia-se ainda na prática de execução do trabalho, a qual resulta de dois momentos que ensejam a utilização, tanto da metodologia qualitativa, quanto da quantitativa. A primeira aplicou-se necessariamente à primeira fase de construção da monografia, no momento de execução e observação a área administrativa da empresa x onde se realizou o estágio, para delimitação do tema, definição do problema, estabelecimento de objetivos e justificação. Quanto à metodologia quantitativa, foi aplicada na segunda fase de desenvolvimento do trabalho, para maior compreensão do funcionamento da área ou questão em estudo, de forma a tornar possível a recomendação de soluções para o problema levantado durante o estágio.

3.3. Tipo de Pesquisa

Consulta a Vergara (2004, p. 46-49) informa que, quanto aos fins, existem 6  tipos de pesquisa / investigação: exploratória, descritiva, explicativa, metodológica, aplicada e intervencionista.

Pesquisa Exploratória é realizada em área na qual há pouco conhecimento acumulado e sistematizado. Por sua natureza de sondagem, não comporta hipóteses que, todavia, poderão surgir durante ou ao final da pesquisa. Pesquisa Descritiva expõe características de determinada população ou de determinado fenômeno [...] Não tem compromisso de explicar o fenômeno que descreve, embora sirva de base para tal explicação. Pesquisa de opinião se insere nessa classificação. Pesquisa Explicativa tem como principal objetivo tornar algo inteligível, justificar-lhe os motivos. Visa, portanto, esclarecer quais são os fatores que contribuem, de alguma forma, para a ocorrência de determinado fenômeno. Por exemplo: as razões de sucesso de determinado empreendimento. Pesquisa Metodológica é o estudo que se referem os instrumentos de captação ou de manipulação da realidade. Está, portanto, associada os caminhos, formas, maneiras, procedimentos para atingir determinado fim. Construir um instrumento para avaliar o grau de descentralização decisória de uma organização é exemplo dessa pesquisa. Pesquisa Aplicada é fundamentalmente motivada pela necessidade de resolver problemas concretos, mais imediatos. Tem finalidade prática. [...] Exemplo de pesquisa aplicada: proposta de mecanismos que diminuam a infecção hospitalar. Pesquisa Intervencionista  tem como principal objetivo interpor-se, interferir na realidade estudada, para modificá-la. Não se satisfaz, portanto, em explicar. Distingue-se da pesquisa aplicada pelo compromisso de não somente propor soluções de problemas, mas também de resolvê-los efetiva e participativamente. (VERGARA, 2004, p. 46-47) A pesquisa realizada para consecução dessa monografia caracteriza-se como aplicada e objetiva na medida em que for aplicada na pratica.Quanto aos meios de pesquisa / investigação, Vergara (2004) seleciona 3 tipos adequados ao Trabalho de Conclusão de Curso,  quais sejam: de campo, documental, bibliográfica. Pesquisa de campo é investigação empírica realizada no local onde ocorre ou ocorreu um fenômeno ou que dispõe de elementos para explicá-lo. Pode incluir entrevistas, aplicação de questionários, testes e observação participante ou não.  Pesquisa Documental é a realizada em documentos conservados no interior de órgãos públicos e privados de qualquer natureza, ou com pessoas: registros, anais, regulamentos, circulares, [...] Pesquisa Bibliográfica é o estudo sistematizado desenvolvido com base em material publicado em livros, revistas, jornais, redes eletrônicas, isto é, material acessível ao público em geral. Fornece instrumental analítico para qualquer outro tipo de pesquisa, mas também pode esgotar-se em si mesma. (VERGARA, 2004. p. 47-48)

No decorrer do tempo de estágio, realizou-se pesquisa de campo, sobre Marketing pessoal retirados de vários autores sobre o assunto.
Durante o desenvolvimento do presente monografia, recorreu-se à pesquisa bibliográfica para composição da Revisão de Literatura que resultou no encontro de vários autores abordando temas como marketing pessoal.
BALLBACK,(1999) Marketing pessoal BIDART,(2000) Marketing pessoal BORDIN FILHO,(2002) Marketing Pessoal COBRA,(1986). Marketing essencial COBRA,1997) Marketing Básico CHURCHILL,(2000) Marketing CREMA,(2004) Influência do Marketing Pessoal na Carreira DAVIDSON,(1999) Faça seu marketing pessoal FREIRE, Patrícia e SOUZA,(2001). Marketing, Gestão e Carreira. KEMPENICH,(1997) Marketing Biruta KOTLER, ARMSTRONG,(1994) Princípios de marketing KOTLER,(1998) Administração de marketing KOTLER,(2000) Administração de marketing KOTLER, ROBERTO,(1992) Marketing social JÚLIO,(2002) Reinventado Você. A Dinâmica dos Profissionais e a Nova Organização LAMB,(2001) Princípios de Marketing LAS CASAS,(1997). Marketing LAS CASAS,(2001) Conceitos de Marketing LAS CASAS,(2006) Administração de marketing LIMEIRA,(2004) Gestão de Marketing MARTINES,(2009) Como gerir pessoas a partir do perfil comportamental MCCAFFREY,(1983) Estratégias de Marketing Pessoal McCARTHY,(1997) Marketing Essencial McKENNA,(1997) Marketing de relacionamento. MINARELLI,(2001) Networking NICKELS,(1999) Marketing OLIVEIRA NETO,(1999) Marketing Pessoal PRIDE,FERREL,(2001) Marketing PETERS,(2000) Reinventando o trabalho URBAN,(2006) Gestão de Composto de Marketing SCOTT-JOB,(1994) Marketing pessoal SANDHUSEN,(2000) Marketing básico SILVA,(2009) Marketing Social FREITAS,(2004) Liderança e Poder SANTOS,(2002) Marketing pessoal e sucesso profissional.SOUZA,(2004) Marketing trends ROSA,(2009)Trabalhe sua Imagem RIBAMAR,(2008) Valorização Profissional. THOMPSON, PRINGLE,(2000) Marketing social
Para conclusão do trabalho, novamente recorreu-se à pesquisa de campo nos Profissionais de Administração da empresa FIPEC vida para obtenção e identificação das dificuldades dos administradores para serem destaques nas suas áreas; analisar o perfil dos administradores e identificar os pontos positivos e negativos que possam dificultar os profissionais a desenvolver este marketing pessoal.


3.4. Universo e Amostra

Define-se universo como “um conjunto de elementos (empresas, produtos pessoas, por exemplo) que possuem características que serão objeto de estudo”, e amostra ou população amostral como “uma parte do universo (população) escolhida segundo algum critério de representatividade.”. A autora explica que podem ser retiradas de um determinado universo dois tipos de amostra: “probabilística, baseada em procedimentos estatísticos, e não probabilística.” (VERGARA, 2004, p. 50).
A amostra não probabilística pode ser selecionada por critério de acessibilidade “seleciona elementos pela facilidade de acesso a eles”  ou por critério de tipicidade, que seleciona os elementos que o pesquisador “considere representativos da população-alvo, o que requer profundo conhecimento dessa população” (VERGARA, 2004, p. 51).
O universo a pesquisa de campo foi retirada do universo de 48 pessoas, constitui-se de 16 perguntas sobre marketing pessoal e 4 sobre dados pessoais totalizando 20 perguntas.
Quanto à amostra dessa pesquisa, caracteriza-se como não probabilística selecionada por critério de acessibilidade, serão pesquisados 13 administradores da empresa e todos vão responder.

3.4.1. Caracterização da Organização e seu Ambiente

FIPECq vida

A Caixa de Assistência Social da FIPECq vida foi instituída em 20 de novembro de 2001 com a finalidade de administrar, supervisionar e executar, por meio de convênios com as Instituidoras e outras que venham a ser conveniadas, serviços profissionais e programas assistenciais a serem prestados a seus servidores/empregados e/ou dependentes vinculados a estas empresas/instituições.
A Caixa de Assistência Social da FIPECq Vida tem por finalidade prestar assistência aos seus Associados, vinculados às Instituidoras ou Instituidoras
Por Adesão, se propondo especialmente a executar as seguintes atribuições:
I - desenvolver, executar e supervisionar ações voltadas à assistência à saúde, além da promoção da prestação continuada de serviços de assistência à saúde, de forma direta, responsabilizando-se pela autogestão de planos, ou indireta, mediante contratos com terceiros;
II - disponibilizar planos de benefícios previdenciários ou de seguridade complementar aos seus Associados, de acordo com as normas regulamentares vigentes;
II - executar, por meio de contratos ou convênios, projetos e atividades que lhe forem atribuídas pelas Instituidoras e Instituidoras por Adesão;
IV - firmar parcerias com outras instituições para fruição de vantagens por seus associados.

Missão

Ofertar e gerir produtos assistenciais com alto padrão de qualidade aos associados e seus dependentes.

Valores

Ética, Responsabilidade, Compromisso, Eficiência e Eficácia.

Visão de Futuro

Ser reconhecida como a melhor e mais eficiente gestora de planos assistenciais, capacitando-se para atender uma população crescente de associados com qualidade.

Endereço:

SCN Quadra 4 - Bloco B - Nº 100 Sala 404
Edifício Centro Empresarial VARIG
Brasília - DF - CEP.: 70.714-900
Telefones: 
Tel: (61) 2101-7200 ,Fax: (61) 2101-7218 DDG: 0800-612002


Perfil da Caixa de Assistência
A Caixa de Assistência Social da FIPECq Vida é uma pessoa jurídica de direito privado, de fins não lucrativos, com autonomia administrativa e financeira.
Instituída em 21 de novembro de 2001, tem por finalidade administrar, supervisionar e executar serviços assistenciais a seus associados, dependentes e associados especiais.
Atualmente apresenta a seguinte estrutura:

A FIPECq Vida foi instituída pelas seguintes Instituidoras:
FINEP - Financiadora de Estudos e Projetos
IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
INPA - Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia
FIPECq – Fundação de Previdência Complementar dos Empregados da FINEP, do IPEA, do CNPq, do INPE e do INPA
A FIPECq Vida possui, ainda, Instituidoras por Adesão:
ABDI – Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial
AFIPEA – Associação dos Funcionários do IPEA
CASA – Associação dos Servidores da Fundação Casa de Rui Barbosa
SEBRAE – Serviço de Apoio à Pequena e Micro Empresa
IMPA-OS – Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada
ASCON – Associação dos Servidores do CNPq
ESPIRAL – Ecologia e Desenvolvimento
MMA – Ministério do Meio Ambiente
MCT – Ministério da Ciência e Tecnologia
IPJB – Instituto de Pesquisa Jardim Botânico
ASCCTEx – Associação dos Servidores Civis de Ciência e Tecnologia do Exército
CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento do Pessoal de Nível Superior
CGEE – Centro de Gestão e Estudos Estratégicos

A FIPECq Vida possui um grupo de associados de aproximadamente 32.000 vidas, entre titulares e dependentes, residentes desde o extremo norte até extremo sul do Brasil.

3.4.2. Caracterização da Área Funcional do Estágio e Situação da Pesquisa

A pesquisa e o estagio esta ligada aos profissionais de administração que estão no organograma geral da empresa FIPECq vida, Sua estrutura pode ser compreendida a partir do organograma contido na Figura 2
Verifica-se que os profissionais estão ligados às áreas de diretoria, gerência, financeiro, e administrativo.
Sua estrutura se compõe de 48 funcionários, dispostos nos seguintes níveis hierárquicos. Diretor, Chefe de Setor, Encarregado, Supervisor, Contador, Assistente Administrativo, Psicólogo, Assistente Social, Representantes e Médicos.
A Caixa de Assistência Social da FIPECq Vida tem por finalidade prestar assistência aos seus Associados, vinculados às Instituidoras ou Instituidoras Por Adesão, se propondo especialmente a executar as seguintes atribuições:
Desenvolver, executar e supervisionar ações voltadas à assistência à saúde, além da promoção da prestação continuada de serviços de assistência à saúde, de forma direta, responsabilizando-se pela autogestão de planos, ou indireta, mediante contratos com terceiros;
Disponibilizar planos de benefícios previdenciários ou de seguridade complementar aos seus Associados, de acordo com as normas regulamentares vigentes;executar, por meio de contratos ou convênios, projetos e atividades que lhe forem atribuídas pelas Instituidoras e Instituidoras por Adesão; firmar parcerias com outras instituições para fruição de vantagens por seus associados.
Possui como principais objetivos ser reconhecida como a melhor e mais eficiente gestora de planos assistenciais, capacitando-se para atender uma população crescente de associados com qualidade.
São atribuições de essa desta empresa, administrar planos de saúde, seguro de vida e plano dentário para funcionários públicos.

3.5. Técnicas e Instrumentos de Coleta de Dados

A pesquisa de campo realizada na FIPECq vida teve início na durante o Estágio, momento em que se efetivou o registro contínuo das orientações fornecidas pelo Supervisor do Estágio em relação aos profissionais de administração em estudo. A partir desse esforço foi possível definir o problema e estabelecer os objetivos do presente monografia.
           Portanto, a pesquisa qualitativa da realidade organizacional efetivou-se nessa fase com a adoção das técnicas de Entrevista Padronizada.
           A observação é uma técnica de coleta de dados para conseguir informações utilizando os sentidos na obtenção de determinados aspectos da realidade. Não consiste apenas em ver e ouvir, mas também em examinar fatos ou fenômenos que se deseja estudar. (MARCONI e LAKATOS, 2004, p. 275-278)
           A Entrevista representa um dos instrumentos básicos para a coleta de dados. Trata-se de uma conversa oral entre duas pessoas, [...], uma conversação efetuada face a face, de maneira metódica, que pode proporcionar resultados satisfatórios e informações necessárias [...] quando o pesquisador segue um roteiro previamente estabelecido. As perguntas feitas ao indivíduo são predeterminadas.  (MARCONI e LAKATOS, 2004, p. 278 a 280)
           A Revisão de Literatura aqui apresentada demonstrou, a dotação de um  Questionário incluído como Apêndice 1, o qual foi criado a partir das orientações de BALLBACK (1999) Marketing pessoal, COBRA (1986). Marketing essencial, CHURCHILL (2000) Marketing, CREMA (2004) Influência do Marketing Pessoal na Carreira, DAVIDSON (1999) Faça seu marketing pessoal, FREIRE, Patrícia e SOUZA (2001). Marketing, Gestão e Carreira. KOTLER (1998) Administração de marketing, KOTLER, ROBERTO (1992) Marketing social, MARTINES (2009) Como gerir pessoas a partir do perfil comportamental, MCCAFFREY (1983) Estratégias de Marketing Pessoal, McCARTHY, (1997) Marketing Essencial McKENNA,(1997) Marketing de relacionamento, MINARELLI (2001) Networking, URBAN, (2006) Gestão de Composto de Marketing.
             Citado na revisão de literatura do presente trabalho. Este instrumento adequou-se aos objetivos do presente trabalho na medida em que for aplicado o questionário de perguntas referente a marketing pessoal.
O Questionário possui a seguinte estrutura: primeira para dados pessoais e a segunda parte sobre marketing pessoal, possui 16 questões perguntas sim, não às vezes e nunca.

3.6. Procedimentos de Coleta e Análise de Dados

O questionário foi aplicado no período de 13 de novembro a 14 de novembro na FIPECq vida, no período da manhã onde os administradores da empresa responderam o questionário individual , sem necessidade de identificação. As respostas de cada entrevistado duraram em media 5 minutos; contado com ajuda da diretoria da empresa.

5. Conclusão e Recomendações

O objetivo geral do presente trabalho é apresentar a importância do uso do marketing pessoal pelos Administradores, como ferramenta para o destaque profissional da sua área de atuação.
Este objetivo foi alcançado uma vez que, através da aplicação da pesquisa, os profissionais de administração ficaram mais bem informados sobre o assunto, bem como sua importância no seu dia a dia, além de também despertar o interesse em conhecer as técnicas de marketing pessoal, muito dos pesquisados já faziam o marketing pessoal sem ter o conhecimento das técnicas de aplicação.
Podemos observar que para ser destaque na área de atuação basta querer e buscar conhecimento das melhores maneiras para alcançá-las, pois muitas vezes está muito próximo, mais do que imaginamos.
Podemos observar no questionário de pesquisa, aplicada junto a empresa FIPECq vida que muitos utilizava de forma incorreta marketing pessoal mesmo assim alguns consegue destaque na suas áreas; a utilização correta pode fazer a diferença entre profissionais do mesmo setores a falta de conhecimento das técnicas pode ser fatal para a carreira, alguns pontos devem ser aperfeiçoados como por exemplo qualidade no serviço, aproveitar o primeiro contato e deixar de pensar que o salário e o grande motivador para o sucesso, entender sobre marketing pessoal e saber usufruir das suas ferramentas é bem diferente, precisa uma dedicação maior, dos empregados e do empregador a incentivar a busca deste conhecimento pois isso e a chave para o sucesso .
De acordo com a pesquisa podemos identificar o perfil dos administradores da empresa que muitos estão utilizando o marketing pessoal, mas falta conhecimento sobre algumas técnicas. Abaixo podemos observar o perfil dos administradores:

1-     Não possuir pré-conceito sobre o assunto;
2-      Sabem se vestir e tem postura profissional;
3-      Muitos procuram ser ético no trabalho;
4-      Sabe lidar com seus subordinados;
5-     Tem planejamento de carreira.
6-      Não possuem conhecimentos sobre as técnicas de marketing

Podemos concluir que os profissionais da empresa estão caminhando para o sucesso; só basta aprimorar as técnicas e saber quando usar, porque usar e onde usar esta ferramenta.

1-Pontos Positivos

Apesar da falta de conhecimento das ferramentas de marketing pessoal muitos sabem que o marketing pessoal influência na carreira, e com isso a uma preocupação sobre o assunto através desta monografia muitos querem saber, mais sobre o assunto e aplicar na sua vida profissional e pessoal.

2- Pontos Negativos

A Falta de conhecimento e o principal ponto negativo e isto deve ser aperfeiçoado, também há algumas coisas de devem ser observadas para ter sucesso.

1- Atentar para o primeiro contato, pois é crucial para futuros negócios;
2- Manter uma rede de relacionamento com outras áreas da empresa;
3- Atualizar o currículo;
4- Procurar ser mais competitivo.

O estudo aqui realizado vem abordando o tema Marketing pessoal demonstrar a necessidade de aprendizado sobre o assunto na organização com isso recomenda-se
1- A aplicação de palestras para demonstra a importância do uso desta ferramenta,
2- Treinamento voltado para marketing pessoal,
3- Cursos online para os funcionários
4- A Procurar constante de conhecimento sobre o assunto via internet, jornais e revistas.
5- O incentivo por parte da empresa bonificando o profissional que aplica estas técnicas

REFERÊNCIAS

BALLBACK, J.; SCATER, J. Marketing pessoal: como orientar sua carreira. 3. ed. São Paulo: Futura, 1999.

BIDART, Lúcia de B. Marketing pessoal: você sabe o que é? Rio de Janeiro: Gryphus, 2000. 

BORDIN FILHO, Sady. Marketing Pessoal: 100 dicas para valorizar a sua imagem. Rio de Janeiro: Record, 2002. 

COBRA, Marcos. Marketing essencial. São Paulo: Atlas, 1986.

______________,.Marketing Básico. São Paulo: Atlas, 1997. 

CHURCHILL, Gilbert; PETER, Paul J. Marketing: criando valor para os clientes. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2000.

CREMA, Cristina Patrícia. Influência do Marketing Pessoal na Carreira e na Vida da Secretária Executiva. Universidade Metodista São Bernardo do Campo, 2004

DAVIDSON, Jeff. Faça seu marketing pessoal e profissional. São Paulo: Madras, 1999. 

FREIRE, Patrícia e SOUZA, Jader. Marketing, Gestão e Carreira. Reflexões sobre Temas Empresariais. 2 ed. Salvador:Editora da Faculdade de Tecnologia Empresarial, 2001. 

KEMPENICH, Mário Afonso. Marketing Biruta: como (re) orientar as empresas, os negócios e a si próprio em tempos de rápidas mudanças de mercado. Salvador. Casa da Qualidade Editora, 1997.

KOTLER,  Philip;  ARMSTRONG,  GaryPrincípios  de  marketing7.  ed.  São  Paulo:  LTC Editora, 1994.

__________;Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e controle. São Paulo: Atlas, 1998.

___________;Administração de marketing: a edição do novo milênio. 10. ed. São Paulo:Prentice Hall, 2000.

____________, ROBERTO, Eduardo L. Marketing social: estratégias para alterar o comportamento público. São Paulo: campus, 1992.

JÚLIO, Carlos Alberto. Reinventado Você. A Dinâmica dos Profissionais e a Nova Organização. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2002.

LAMB, Charles W. Princípios de Marketing. – São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001.

LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing: conceitos, exercícios, casos. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1997

____________, Julio. Conceitos de Marketing. São Paulo: Atlas, 2001. 

____________,Alexandre L. Administração de marketing: conceitos, planejamentos e aplicações à realidade brasileira. São Paulo: Atlas, 2006.

MARCONI,M;LAKATOS,E. Fundamentos de metodologia científica.6.ed.São Paulo:Atlas,2005. 

LIMEIRA, Tânia Maria Vidigal, Gestão de Marketing. São Paulo: Editora Saraiva 2004.

MARTINES, Vitor. Como gerir pessoas a partir do perfil comportamental
MCCAFFREY, Mike. Estratégias de Marketing Pessoal. São Paulo: Atlas, 1983
McCARTHY, E Jerome; PERREAULT Jr, William D. Marketing Essencial "uma abordagem gerencial e global. São Paulo: Atlas, 1997

McKENNA, R. Marketing de relacionamento. Rio de Janeiro: Campus, 1997

MINARELLI,  José  Augusto.  Networking:  como  utilizar  a  rede  de  relacionamentos  na  sua vida e na sua carreira. São Paulo. Gente: 2001.

NICKELS, William G; WOOD, Marian Burk. Marketing: Relacionamentos, Qualidade, Valor. Rio de Janeiro: LTC, 1999

OLIVEIRA NETO, Pedro Carvalho de. Marketing Pessoal: o posicionamento pessoal através do marketing. 6.ed. Fortaleza,1999.

PRIDE, William M.; FERREL, O. C. Marketing: conceitos e estratégias. 11. ed. São Paulo: LTC Editora, 2001.

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URBAN, Flavio e Andre Torres Gestão de Composto de Marketing São Paulo: Altas 2006

SCOTT-JOB; Derrich. Marketing pessoal: técnicas de sucesso para enfrentar crises profissionais. São Paulo: Bestseller, 1994.

SANDHUSEN, Richard L.  Marketing básico. São Paulo: Saraiva 2000.

SILVA, Enéas Alessandro Marketing Social – um diferencial para organizações e empresas. <http://www.focusocial.hpg.ig.com.br/Comercios_e_Servicos/9/interna_hpg4.html> acesso 29 set 2009

FREITAS, Sidinéia Gomes.   Liderança e Poder: um enfoque comunicacional,
São Paulo: Editora altas 2004
SANTOS, L. Marketing pessoal e sucesso profissional.  Campo Grande: UCDB, 2002. 

SOUZA, Francisco Alberto Madia de. Marketing trends 2004. São Paulo: Makron Books, 2004.
ROSA, José Antonio. Trabalhe sua Imagem. Disponível em
< http://www.mulherdeclasse.com.br/marketing_pessoal.htm > Acesso em 12 out.2009.

VERGARA,S. Projetos e relatórios de pesquisa em administração.3.ed.São Paulo:Atlas,2000. 

RIBAMAR, FS. Valorização Profissional. 16 de Novembro de 2008.

ROESCH, S. Projetos de Estágio e de pesquisa em Administração. 3.ed. São Paulo:Atlas, 2006.

THOMPSON, Marjorie; PRINGLE, Hamish. Marketing social: marketing para causas sociais e a construção das marcas. São Paulo: Makron Books, 2000.











  

6 comentários:

Anônimo disse...

qual foi sua nota?

Gladston Junior disse...

eu tire nove mas ai ta faltando varias coisa os graficos os dados da pesquisa... só não tirei 10 por que meu orientador era charopé

Duda Guglielmi disse...

Olá eu gostaria de saber se vc pode me mandar o questionário utilizado para a pesquisa, pois vou fazer um assunto parecido e queria uma base de questionário..

obrigada!
Maria Eduarda

Gladston Junior disse...

Duda sinto muito mas nao tenho mas os questionarios,nao e dificil fazer o questionario basta fazer perguntas relacionadas ao tema... espero que vc consiga tira 10 na sua monografia, pois este tema e muito tranquilo pra isso

Duda Guglielmi disse...

Ai que pena Gladston, mas obrigada vou tentar elaborar um :D

Julio Cesar Carneiro Salomão disse...

olá
estou fazendo um tcc com tema marketing pessoal
eu estava com dificuldade para encontrar livros e citações dei uma olhada em suas referencias e esta me ajudando bem, se você puder dar algumas sugestões eu agradeceria.

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